JORNAL DO

Jahu, janeiro de 2026
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Desejando um Ano Novo repleto de paz para todos os leitores, escolhemos para compartilhar um Hino de gratidão de suave melodia tradicional sueca, na voz de Elvis Presley e sua pequena história
A HISTÓRIA DA CANÇÃO “O STORE GUD”

Georges Seurat
Carl Gustav Boberg (1859 / 1940) foi um poeta sueco e escritor, mais conhecido por escrever, em 1885, o poema em língua sueca de “O Store Gud” (Ó Grande Deus),
Nascido em Mönsteras, no condado de Kalmar, em Smaland na Suécia, Boberg era filho de um carpinteiro, trabalhou como marinheiro e serviu como ministro leigo na Igreja da Aliança Missionária da Suécia. Foi o editor de um jornal cristão semanal, Sanningsvittne de 1890 a 1916 e serviu no Riksdag ( Congresso Sueco) por 20 anos, de 1912 a 1931. Publicou mais de 60 poemas, hinos e canções gospel.
Carl Gustav compôs os versos quando voltava para casa depois de uma forte tempestade inspirado na paz que a seguiu quando um arco íris cruzou o céu já limpo no maravilhoso entardecer e os passarinhos cantavam com alegria.

Colocou seus versos em uma canção baseada numa melodia tradicional sueca, compondo um hino que exaltava a grandeza de Deus na natureza.
Traduzido para o alemão e depois para o russo, o hino ganhou sua forma mais conhecida em inglês como “How Great Thou Art”( Quão Grandiosa é Tua Arte) pelo missionário Stuart Hine, que adicionou estrofes sobre a salvação e a esperança futura.
O hino foi popularizado por Billy Graham (pastor e guia espiritual de vários presidentes americanos) e pelo cantor George Beverly Shea, tornando -se um dos hinos cristãos mais amados e cantado no mundo todo. Mais tarde Elvis Presley também o gravou no auge do seu sucesso.
O tradutor João Gomes da Rocha (1861 – 1947) passou-a do Inglês para o Português com o título de Quão Grande és Tu. Desde o início do século XX é a segunda canção cristã mais popular do mundo perdendo só para “Amazing Grace“. Inúmeros intérpretes em vários idiomas continuam a cantar essa inspiração inesquecível sobre Deus e a natureza.
Fonte: https://musicaeadoracao.com.br/35236/historias-de-hinos-do-hinario-adventista-034/
A COOPERAÇÃO E OS TALENTOS DOS LEITORES

O PESO DO MUNDO
Ilustração e poema de
Gabriel Auler Galvão de França
O peso do mundo dá fome
O peso do mundo dá sono
O peso sobre as costas do homem
Dá pergunta essencial: "como?"
Acima destes ombros fatigados
O homem reconta
a História da própria tragédia
Coloca em cena, lado a lado
As máscaras do drama e da comédia
Não sabe se ri, ou se chora
Não sabe sorrir, se devora
Criatura estúpida e genial
O homem carrega
o fardo de seu próprio ideal
Clique na galeria e veja mais desenhos deste jovem poeta, desenhista e músico; que participa de duas Bandas como instrumentista com a gaita e o violão e como percussionista.





ANO NOVO
Maria T. Arruda Galvão de França
Ano Novo,
novo tempo,
novo alento
que parece
florescer em cada alma,
no silêncio e na calma
de uma prece.
Ano Novo, que começa
pela chuva tão lavado
como se Deus o quisesse,
dos males – purificado.
Limpo e leve
na terra, no ar, na cor,
na promessa da fartura
que vem da terra molhada
no verde alegre, na flor.
Limpo e leve,
como deve
ser a nossa vida breve:
sem vaidades,
sem verdades imutáveis,
sem cobiça, sem preguiça.
Leve e limpo
dos rancores e da dor;
limpo e leve
como deve
ser o amor.
.........................................................

Cartum enviado por
Francisco Galvão de França

Não Nasci Pra Esta Cidade começou a ser filmado em Assis, no interior paulista, marcando a estreia dos irmãos Gabriel e Fred Di Giacomo na direção e no roteiro de um longa-metragem. A produção, que retrata a juventude no fim dos anos 1990 em meio a sonhos e incertezas.
As filmagens movimentam o Polo Audiovisual do Velho Oeste, gerando dezenas de empregos e impacto positivo na economia da região. Parabéns a estes dois jovens preocupados em transmitir com sua arte as dificuldades da juventude!
( Enviado por Rosarita Di Giácomo e Auler)

HONRAR A PRÓPRIA TRAVESSIA
Frei Jaime Bettega - Capuchinos RS,
Enviado por Adriana Murgel
Bom Dia! Amanhece para todos nós o último dia do ano... Termina 2025 e já começa a despontar 2026... Foram tantas coisas ao longo dos dias deste ano... Escolho ficar com o que mais se destacou: o bem... Sim, só estamos aqui porque o bem foi infinitamente maior do que o mal... Então, sejamos agradecidos, festejemos os muitos milagres de 2025... Feliz último dia! “Aprecie a sua coragem, você foi tão forte esse ano.” (@passarinhos_no_telhado).
Nosso ano chega ao seu final. Um novo ano se apresenta. Existe um universo de pensamentos e de sentimentos numa passagem de ano. Até pode ser simples trocar um numeral, mas o simbólico encanta faz ecoar muitos sinais. Não tenho dúvidas de que fomos realmente fortes durante os dias deste ano que finda. Porém, nem sempre a força teve aparência de vitória. Muitas vezes ela se manifestou em forma de resistência, de permanência, de simples continuar quando tudo pedia pausa.Houve dias em que a coragem foi levantar, outros em que foi aceitar limites, outros ainda em que foi chorar e seguir mesmo assim. A força verdadeira não grita, não se exibe, não se anuncia.
Ela se revela na constância silenciosa de quem não desistiu de si, mesmo cansado.
Atravessar um ano não é apenas somar dias, é suportar emoções, lidar com perdas, adaptar sonhos, rever expectativas, sustentar esperanças frágeis. Houve decisões difíceis, silêncios necessários, desapegos doloridos. Houve momentos em que a fé foi a única âncora e outros em que a própria respiração foi o único recurso. E ainda assim, o caminho seguiu. A coragem também esteve presente quando foi preciso dizer não, quando foi necessário mudar de rota, quando o coração precisou se proteger para não se perder. Nem tudo foi resolvido, nem tudo foi compreendido, mas muito foi sustentado. E isso tem valor. Reconhecer a própria força não é vaidade, é justiça interior. É olhar para trás com honestidade e perceber que, apesar das falhas e fragilidades, houve entrega. Houve esforço. Houve fidelidade à própria história. A vida não mede coragem apenas pelos resultados, mas pela disposição de permanecer inteiro no processo.
Atravessar o ano foi um ato de bravura cotidiana. Pequena, discreta, mas real. Honrar essa coragem é permitir que o novo ciclo comece sem desprezar o que foi vivido. É seguir adiante com mais compaixão por si, mais respeito pelos próprios limites e mais gratidão pela força que sustentou cada passo. Porque chegar até aqui já é prova suficiente de que algo forte, resiliente e verdadeiro habita dentro. Abraçar o novo ano é um privilégio que a vida nos oferta. Feliz Ano Novo. Bênção! Paz & Bem! Santa Alegria! Abraço!

A arte de bordar, caprichosa e difícil, se revela aqui com ternura e suavidade ao expressar a devoção ao Deus Menino pelas mãos e o talento
aetistico de Maria Etelvina Gomes dos Reis Toledo Barros. Parabéns Etelvina!


